Rally em Lisboa

Escrito por Pedro Borges | Mercados | Thursday 29 April 2010 1:03 pm

“O regulador da bolsa grega, correspondente à CMVM portuguesa, vai banir o “short selling” de títulos até 28 de Junho, revelou hoje a Reuters.” in JNegócios

A Bolsa da Grécia não está a subir por causa da ajuda. O que mudou, foi que a entidade reguladora dos mercados na Grécia, proibiu o short-selling! Isso sim… agora quem quiser vender, tem de comprar antes (e não depois). Os exemplos de proibição ao short selling abundam e todos pautam pela negativa (face ao objectivo anunciado de “interromper quedas”).

Especulação bolsista

Escrito por Pedro Borges | Mercados | Tuesday 27 April 2010 10:12 pm

Os especuladores mundiais estão com a mira apontada para Portugal. Nada a fazer! Primeiro foi a Grécia e agora somos nós. Os mercados não estão para brincadeiras e até já se sabe que a Espanha é a próxima. Admito que nos últimos anos nos temos vindo a “por a jeito”, mas a especulação bolsista  é cada vez mais feroz e selvagem e numa base essencialmente de carácter económico.

O problema português é económico, não político
Wall Street sofre maior queda desde Fevereiro após corte no “rating” de Portugal e Grécia
S&P iguala “rating” do BES e BPI ao de Portugal
Mercados “não vão serenar”
Bolsa afunda mais de 5% para mínimos de Julho de 2009
“Spread” da dívida pública a dois anos supera os 400 pontos base
Portugal derruba Wall Street
Passos e Sócrates reunidos amanhã de urgência
S&P corta rating de 5 bancos nacionais, BCP é o mais fraco

45 mil milhões + 5%

Escrito por Pedro Borges | Mercados | Monday 26 April 2010 12:39 pm

Emprestados 45 mil milhões de euros, com uma taxa de 5%, por quem “faz” o dinheiro. E a minha pergunta é… como vai a grécia pagar os 5% se esse dinheiro ainda não existe? Mais um país refém!

Give me control of a nation’s money and I care not who makes the laws.” Mayer Amschel Rothschild (1743-1812)

“A Grécia accionou na sexta-feira o pedido de ajuda internacional. A Zona Euro, juntamente com o FMI, promete ajudar a fornecer liquidez ao Estado grego durante três anos. Num primeiro ano, o valor do empréstimo conjunto poderá ascender a 45 mil milhões de euros, sendo provável que a taxa cobrada oscile em torno de 5%. ” in JNegócios